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Comunicamos a morte da querida jornalista Taís Santana, esposa do Flá… Ver mais

O jornalismo paranaense amanheceu mais silencioso nesta segunda-feira (23). A notícia da morte da jornalista Taís Santana, confirmada pelo jornal RIC Record, provocou comoção entre colegas de profissão, amigos e telespectadores que acompanharam sua trajetória ao longo dos anos. Internada há alguns dias em Curitiba, Taís enfrentava um tratamento contra o câncer e, segundo informações divulgadas pela própria emissora, não resistiu às complicações da doença. A despedida deixa uma lacuna significativa na comunicação regional e reforça a importância de valorizar profissionais que dedicam a vida a informar com responsabilidade e sensibilidade.

Repórter da RIC TV, afiliada da RecordTV no Paraná, Taís construiu uma carreira marcada pelo comprometimento com a notícia e pela proximidade com o público. Seu trabalho ia além da apuração factual: ela buscava contar histórias com humanidade, destacando personagens anônimos e temas que impactavam diretamente a vida da população. Nas ruas, em entradas ao vivo ou em reportagens especiais, demonstrava firmeza, empatia e clareza — características que se tornaram sua marca registrada ao longo dos anos.

Antes de integrar a equipe da RIC TV, Taís acumulou experiências importantes em diferentes veículos de comunicação do estado. Atuou na BandNews Curitiba, na Rádio Cidade FM e também na Globo FM, ampliando sua versatilidade entre o rádio e a televisão. Em cada emissora, deixou colegas e ouvintes que hoje relembram seu profissionalismo e sua dedicação diária à informação de qualidade. Essa trajetória multifacetada consolidou seu nome entre os comunicadores mais respeitados da região.

A confirmação do falecimento gerou uma onda de manifestações nas redes sociais. Jornalistas, apresentadores e empresas de comunicação compartilharam mensagens de pesar e solidariedade à família. Muitos destacaram não apenas a profissional competente, mas também a mulher determinada que enfrentou o tratamento com coragem e discrição. Em um meio frequentemente marcado por pressões e rotinas intensas, Taís era lembrada pela serenidade diante dos desafios e pelo espírito colaborativo nas redações por onde passou.

A luta contra o câncer foi travada longe dos holofotes. Pessoas próximas relatam que, mesmo durante o tratamento, ela mantinha o interesse constante pelo noticiário e acompanhava o trabalho dos colegas. A postura reservada refletia uma personalidade focada na essência da profissão: informar, apurar e dar voz a quem precisa ser ouvido. Sua história também reacende a importância da conscientização sobre a saúde e do apoio a profissionais que enfrentam doenças enquanto continuam contribuindo com suas atividades.

No Paraná, onde construiu praticamente toda a sua carreira, o sentimento é de perda coletiva. O jornalismo regional depende de repórteres que conhecem de perto a realidade das comunidades, entendem suas demandas e traduzem acontecimentos complexos em linguagem acessível. Taís desempenhou esse papel com dedicação, participando de coberturas relevantes e projetos especiais que marcaram a programação local. Sua ausência será sentida não apenas nas redações, mas também nas casas dos telespectadores que se habituaram a vê-la nas telas.

Mais do que uma despedida, o momento é de reconhecimento. A trajetória de Taís Santana simboliza o compromisso diário de profissionais que trabalham para manter a sociedade informada. Em tempos de transformações rápidas na comunicação, histórias como a dela lembram que o jornalismo é construído por pessoas reais, com desafios e sonhos. Ao prestar homenagens, colegas e amigos reforçam que seu legado permanece vivo nas reportagens realizadas, nas memórias compartilhadas e na inspiração deixada às novas gerações de comunicadores.