Comunicamos a morte da querida jornalista Angélica da Costa, filha do nosso Da… Ver mais

A notícia da morte da jornalista Angélica da Costa Nogaroto provocou uma onda de comoção em Maringá e mobilizou mensagens de carinho nas redes sociais nesta semana. Aos 33 anos, ela enfrentava um tratamento contra o câncer e faleceu na última quarta-feira, deixando familiares, amigos e colegas de profissão profundamente abalados. Reconhecida pelo talento, pela sensibilidade e pela dedicação ao jornalismo, Angélica construiu uma trajetória admirada por quem acompanhou sua caminhada profissional desde os primeiros passos na universidade. A despedida emocionada rapidamente ganhou repercussão entre profissionais da comunicação de diversas regiões do Paraná, evidenciando o impacto humano e profissional deixado por ela ao longo dos últimos anos.
Ainda durante o período acadêmico, Angélica já chamava atenção pelo olhar atento às pautas sociais e pela maneira comprometida com que desenvolvia seus trabalhos jornalísticos. Seu desempenho na faculdade rendeu importantes reconhecimentos que marcaram o início de uma carreira promissora na comunicação. Entre os destaques estão o Prêmio Jovem Jornalista, promovido pelo Instituto Vladimir Herzog, além do Prêmio Sangue Novo, concedido pelo Sindicato dos Jornalistas do Paraná. As premiações conquistadas ainda na juventude mostravam não apenas sua capacidade técnica, mas também a sensibilidade que levava para cada projeto desenvolvido. Formada em jornalismo em 2017, ela passou a ser vista como uma profissional dedicada, ética e muito querida entre colegas e professores.
Após a confirmação da morte, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Norte do Paraná divulgou uma nota de pesar destacando a importância da jornalista para a comunicação regional. Na homenagem, amigos e profissionais ressaltaram que Angélica deixou uma marca construída com respeito às pessoas, compromisso com a informação e uma postura humana admirada por todos ao redor. Muitos relataram lembranças da convivência diária, descrevendo a jornalista como alguém acolhedor, inteligente e sempre disposto a ajudar. Mesmo com uma trajetória considerada breve, ela acumulou experiências e ensinamentos que permanecerão vivos na memória de quem teve a oportunidade de compartilhar momentos ao seu lado, tanto dentro quanto fora das redações.
A repercussão da notícia tomou conta das redes sociais ao longo das últimas horas. Diversos jornalistas, amigos próximos e moradores de Maringá publicaram mensagens emocionadas de despedida, destacando o carinho que Angélica cultivou ao longo da vida. O velório aconteceu na Capela do Prever, em Maringá, reunindo pessoas próximas em um momento marcado por homenagens e lembranças. Já a cerimônia de despedida foi realizada no Cemitério Parque, na tarde desta quinta-feira. A presença de colegas da imprensa e de pessoas que acompanharam sua trajetória mostrou o quanto sua história alcançou diferentes gerações e deixou marcas importantes na comunicação local.
A partida precoce da jornalista também reacendeu reflexões sobre os desafios enfrentados por pacientes em tratamento contra o câncer e sobre a importância de valorizar profissionais que dedicam suas vidas a informar a sociedade com responsabilidade e sensibilidade. Histórias como a de Angélica reforçam como o jornalismo vai além da notícia e se conecta diretamente com as pessoas por meio da empatia, da escuta e do compromisso com a verdade. Em meio às homenagens e manifestações de carinho, permanece a lembrança de uma jovem profissional que, mesmo em pouco tempo de carreira, conseguiu inspirar colegas, conquistar reconhecimento e deixar um legado de humanidade que continuará sendo lembrado por muitos anos.





